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Sócios da SONAFE participam da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Imprensa Sonafe Brasil - quinta, 11 de janeiro de 2018


A atuação da fisioterapia esportiva no futebol só cresce. A especialidade é grande aliada dos treinadores e dos jogadores durante as competições. A temporada 2018 começou com a tradicional Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018, que entra hoje (11 de janeiro), em sua segunda fase.

Os fisioterapeutas esportivos, sócios da SONAFE Brasil, acompanham vários clubes durante a competição. Fabrício Rapello, junto do Santos; Marcelo Pucca, ao lado do Goiás; Anderson Dorneles, com o Atlético Tubarão, além do especialista Denis Smith, e outros, realizam um excelente trabalho de prevenção, recuperação e tratamento fisioterapêutico nas categorias de base. Confira abaixo e aproveite a experiência desses sócios:

Atlético Tubarão (SC) – O fisioterapeuta esportivo, Anderson Dorneles, acompanha o Sub-20 do Clube Atlético Tubarão e está pela segunda vez na Copinha. “O Departamento de Fisioterapia do Clube – que conta também com o fisioterapeuta Luiz Eduardo Monteiro – é integrado. Profissional e categorias de base utilizam a mesma estrutura, metodologia de avaliação, reabilitação e prevenção. O destaque fica para preocupação da gestão do clube em investir nos recursos necessários para o departamento, no trabalho interdisciplinar junto às comissões técnicas, com foco nas avaliações funcionais e prevenção de lesões”, comenta Dorneles.

Segundo ele, para a Copa São Paulo de Juniores foi criado um planejamento visando a recuperação física dos atletas, já que trata-se de uma competição de alta intensidade, com jogos a cada dois dias. “Junto com a preparação física (Denny Dilettoso) foi montado um planejamento usando recursos de eletrotermoterapia, liberação miofascial e foam rollers, alongamentos e trabalhos de mobilidade, crioimersão e botas de compressão para otimizar a recuperação dos atletas pós-treino e jogos”, explica.

O trabalho com os atletas começou em dezembro passado e deu frutos: todos chegaram 100% em condição e à disposição do treinador da equipe Sub-20, Beto Almeida.


Dr. Anderson Dorneles, Fisioterapeuta esportivo. | Foto: Arquivo pessoal


Goiás - Há 10 anos acompanhando o Goiás E.C., Marcelo Pucca, como é conhecido, participa pela 8ª vez da Copinha ao lado da categoria de base, comandada pelo treinador Augusto Cézar.

Segundo ele, durante toda a preparação para a Copa São Paulo de Juniores foi realizado um trabalho multidisciplinar (médico, fisioterapeuta, educador físico e fisiologista), visando a prevenção de lesões e uma recuperação física mais rápida com os atletas do elenco.

“Durante a competição realizamos o trabalho de pronto-atendimento no campo de jogo, recuperação física dos atletas após as partidas e tratamento desses para deixá-los aptos fisicamente para o próximo jogo”, diz. Pucca destaca as lesões musculares como predominantes e conta que o trabalho multidisciplinar é direcionado para diminuir a incidência desse tipo de lesão e de outras.

Time do Goiás. | Foto: Arquivo Pessoal Marcelo Pucca.

“O reconhecimento da importância do trabalho do fisioterapeuta esportivo vem crescendo significativamente a cada ano e, hoje em dia, é imprescindível dentro de um clube esportivo”, conclui. Santos – O fisioterapeuta do Departamento de Fisioterapia das Categorias de Base do Santos FC, que está acompanhando os jogadores, junto com a comissão técnica, nesta edição da Copinha, é Fabrício Rapello Alves Araújo. "Nesta competição, atuamos em duas frentes principais: o tratamento fisioterapêutico e a recuperação pós-treino ou jogo"

Segundo ele, o tratamento fisioterapêutico é realizado caso o atleta tenha alguma lesão, disfunção ou queixa de dor, sempre após avaliação médica e fisioterapêutica prévia: "Trouxemos equipamentos de eletrotermofototerapia (laser, ultrassom, TENS e microcorrentes) e, além deles, utilizamos a crioterapia, a bota de compressão pneumática e claro, a terapia manual. Muita liberação miofascial manual e mobilizações/manipulações articulares. A seleção e a indicação das condutas depende de cada caso" enumera.


Time com o fisioterapeuta esportivo, Dr Fabrício Araújo. | Foto: Pedro Ernesto Azevedo 


Na outra ponta está o trabalho de recuperação dos atletas pós-treino e pós-jogo, realizado sempre com os jogadores titulares e aqueles que participaram de pelo menos meio tempo da partida. Ao lado do preparador físico, André Rolim, e do massoterapeuta Décio Amorim, ele inicia os trabalhos imediatamente após o treino ou jogo. “A primeira etapa é a crioimersão. No dia seguinte, vamos para a academia e realizamos com o grupo um trabalho de mobilização de quadril, joelho e tornozelo, além de liberação miofascial, com foam rollers. A próxima etapa é feita na piscina aquecida: hidrocinesioterapia, com exercícios de recuperação ativa de membros inferiores. A água é um excelente meio para realização destes trabalhos de recuperação”, explica. Por fim, entra em cena a massagem, com seu alto poder de recuperação e relaxamento muscular.

“Esse trabalho de recuperação pós-jogo foi fundamental para minimizar a ocorrência de dor muscular tardia e de lesões musculares. Até o início da segunda fase, não temos nenhum atleta lesionado ou vetado para os jogos. Todos estão a disposição do treinador. Tivemos 03 partidas em 11 dias de competição, 02 deles na chuva e com o gramado em condições desfavoráveis. Mérito de toda a equipe”, conclui o sócio da Sonafe Brasil.

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